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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dislexia- Aluno mal alfabetizado?



A dislexia, um dos transtornos da aprendizagem,  que afeta a  memória auditiva verbal, na consciência fonológica, de séries com significados, comprometendo a a compreensão leitora e a  escrita, o que não configura a deficiência intelectual, exigindo um diagnóstico de uma equipe multidisciplinar, envolvendo especialistas das área da saúde, como uma fonoaudióloga, um neurologista, oftalmologista, psicopedagoga e um psicólogo.
Segundo pesquisas realizadas em vário países o percentual de disléxicos no mundo está entre 5 e 17/% da população mundial. E nem todos os países possuem legislação específica para os portadores de dislexia. Isso faz com que a falta de informações sobre suas causas, tratamentos e direitos  que os resguardem de estar em sociedade e exercerem  a sua cidadania com igualdade , tem lhes trazido sérios prejuízos.
As características da pessoa disléxica são nitidamente percebidas  na escola quando o aluno  apresenta uma ausência ou dificuldade muito grande  na aquisição fonológica, decodificação de palavras simples, alfabeto, soletração, tipo de escrita, redação, vocabulário… o que leva o professor á confundir   com uma eminente deficiência intelectual. O que resulta disso, quando   nem mesmo o aluno sabe o que acontece com ele , após vária repetências,  ocorre uma desistência da escola.
De Acordo com a ABD – Associação Brasileira de Dislexia – “a dislexia não é o que muitos pensa: o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência, mas sim   uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.