segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dramatizações: "um outro modo de despertar o prazer de ler "–Sala de Recursos

“ensinar a gostar de ler é exatamente isso: é ensinar a se emocionar
com os sentidos e com a razão  (porque para gostar apenas com os
sentidos, não há a necessidade da interferência da escola); e, para
isso, é preciso ensinar a enxergar o que não está evidente, a achar
as pistas e a retirar do texto os sentidos que se escondem por
detrás daquilo que se diz.” (VILLARDI, 1999, p. 13)

E dessa forma os professores e alunos dos 2º Anos e da Educação Inclusiva se deliciaram com as dramatizações apresentadas, principalmente, quando as próprias professoras eram as  protagonista. Interação com os personagens, palmas, gritos, gargalhadas  e até assovios foram as manifestações dos alunos diante das apresentações garantido que o despertar do prazer de ler tinha sido alcançado:

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A Educação Inclusiva, SALA DE RECURSOS, dramatizou “Pluft, o Fantasminha” – que pretendem explorar, no decorrer do ano as obras de Maria Clara Machado, com   uma intérprete te da língua de sinais.

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As professoras dos segundos anos dramatizaram “O Coelhinho que não queria estudar” – que, na verdade , não foi apenas uma dramatização, mas apresentação de um projeto de leitura para todo o ano, sensacional. As crianças adoraram! Parabéns ás professoras Juliane, Dirce, Ângela e Edilene. Vejam depois o vídeo.

Professoras do 3º e 4  Anos – Homenagearam Monteiro Lobato na ‘Parada Literária”,

Monteiro Lobato


Trabalho realizado pelos alunos do 4º Ano J - Vespertino - Prof.ª  Elizandra


4º Ano J -Vespertino - Monteiro Lobato

Nascido em Taubaté, no interior de São Paulo, iniciou a carreira escrevendo contos para jornais estudantis. Como viveu um período da sua vida em fazendas, seus maiores sucessos fizeram referências à vida num sítio, como o caipira preguiçoso Jeca Tatu e, é claro, a fantástica boneca falante Emília, do Sítio do Pica-Pau Amarelo.

Formado em Direito, Monteiro Lobato mostrou para as crianças do Brasil como é possível aprender brincando, como no livro “Emília no País da Gramática”, lançado em 1934 e que mostrou assuntos como adjetivos, substantivos, sílabas, pronomes e verbos. No ano seguinte, com “Aritmética da Emília”, ele usou um pomar como cenário para ensinar Matemática.

E as crianças, amigas de tantos anos de Monteiro Lobato, vibraram com a dramatização:

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“Acredito que os alunos estão torcendo para que esta semana não termine tão cedo!palavras da Emília, só podia ser!!!!

As professora do 4º Ano - Matutino - Dramatizando junto com os alunos a peça:

"XULINGOS EM :

VOCÊ É ESPECIAL" -  a trama da literatura trabalha os valores, o bulllying, as rotulações e a baixa autoestima resultante destas atitudes - foi um trabalho que voltou-se para o despertar do valor e do querer gostar da leitura e o tema transversal que foi de grande impacto para os alunos com as professoras deixando a mensagem de cada criança se sentindo especial, impor sempre a autovalorização.

O que não falta nas ações pedagógicas dos professores da escola é a criatividade que contamina os alunos, e eles com certeza vão seguir o modelo!

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